quinta-feira, 17 de junho de 2010

Industria Eólica

Indústria eólica europeia prevê um bom ano
Apesar da crise económica que vive o continente, a Europa deve aumentar a sua capacidade instalada de energia eólica em 13% neste ano afirma a European Wind Energy Association - EWEA.
O mais recente relatório da entidade, que foi publicado esta terça-feira (15), previu que as centrais eólicas europeias vão adicionar 10 GW em nova capacidade este ano, aumentando a capacidade instalada em 13% alcançando um total de cerca de 85GW.
“Teremos outro ano forte para as instalações eólicas na Europa, repetindo o bom nível apresentado em 2009. O que é mais encorajador é que, ao contrario do ano passado, os resultados de 2010 são resultados de encomendas já feitas durante a crise económica. Isso mostra como os investidores estão confiantes nessa tecnologia”, afirmou Christian Kjaer, presidente da EWEA.
Segundo dados da entidade, a crise deve diminuir o ritmo de novas instalações em países como a Espanha, mas que isso deve ser compensado com o aumento dos investimentos do leste europeu. França e Itália também devem apresentar crescimento, com mais de 1GW adicionado em cada país.
“Ainda é cedo para dizer que pelo terceiro ano consecutivo o aumento da capacidade instalada de energia eólica será maior de que qualquer outra forma de geração eléctrica. Mas está claro que estará a lutar pela primeira posição junto com as termoeléctricas a gás”, concluiu Kjaer.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Energia Solar

Bongás Energias apresenta colector solar certificado
O novo colector solar da marca Bongás Energias, empresa especializada em energia solar e eficiência energética, foi alvo de certificação pelo CERTIF. A distinção dá visibilidade à origem nacional do produto, à elevada eficiência (distinguida com a classe A) e rendimento óptimo.
A empresa, que já executou cerca de 200 instalações de microgeração, atingiu em 2009 uma facturação de dois milhões de euros. Este ano, a Bongás prevê atingir os 4,5 milhões de euros. Com uma experiência acumulada de mais de 60 anos no negócio da energia, o Grupo Bongás está também presente nos sectores do Gás, Combustíveis & Lubrificantes e nos Postos de Abastecimento de Combustíveis.

Pellets

Grupo Gesfinu lidera mercado de peletes em Portugal

Com 32 milhões de euros de facturação em 2009, o grupo Gesfinu confirmou a sua posição de liderança no mercado português em produção de peletes. O biocombustível feito a partir de biomassa continua, no entanto, a ser praticamente desconhecido em Portugal, levando a que a Gesfinu opte por exportar a quase totalidade da produção.

«Em Portugal, o mercado industrial é inexistente e o mercado residencial, de aquecimento e arrefecimento, é residual», afirma Filipa Rebelo, uma das administradoras do grupo. Actualmente, 99,9 por cento da produção da Gesfinu destina-se ao Norte e Centro da Europa. Mesmo com o escoamento de peletes garantido, a responsável lamenta a falta de mercado em Portugal. «Temos pena que o nosso país não tenha ainda dada a devida atenção às peletes, enquanto biocombustível de excelência, já que a restante Europa desenvolvida já lhe atribuiu um valor determinante no mix energético», desabafa.

Através das três unidades do grupo (Junglepower, Pellets Power e Pellets Power 2), a Gesfinu tem já uma capacidade instalada de 300 mil toneladas por ano. Por enquanto, a produção situa-se um pouco abaixo, nas 280 mil toneladas de peletes. O biocombustível é produzido com recurso à madeira proveniente de florestas ardidas, rolaria, estilha de madeira e resíduos florestais. À semelhança dos restantes players do mercado nacional de peletes, também a Gesfinu se queixa dos problemas na matéria-prima. «No ano corrente temos assistido a algumas limitações no abastecimento, decorrente do aumento da procura face a um recurso limitado e com uma gestão florestal muito deficiente», explica Filipa Rebelo.

Outra das dificuldades prende-se com o aumento da oferta vinda da Europa de Leste, que vai concorrer nos mercados do Norte e Centro da Europa com as peletes portuguesas. Mesmo assim, o gupo está confiante que a procura internacional aumente a médio prazo, realçando que o mercado europeu tem correspondido às expectativas iniciais.

Com as três unidades fabris estrategicamente localizadas, próximas da origem da matéria-prima e dos portos de Aveiro e Sines, as prioridades da empresa para este ano estão direccionadas para a valorização dos recursos humanos. Outro dos objectivos é atingir 50 milhões de euros de facturação em 2010.

Recentemente, o grupo foi um dos membros fundadores da ANPEB – Associação Nacional de Peletes Energéticas a Biomassa, a par da Enerpellets, Pinewells, Enermontijo e Briquetes Raro. O objectivo principal passa por divulgar os benefícios das peletes a nível nacional, de forma a fomentar o mercado interno.

ExpoEnergia

A 5ª Expo conferência da Energia está já marcada para os dias 16, 17 e 18 de Novembro, em Lisboa.
Organizada pelo Jornal água&ambiente, esta edição contará com as seguintes iniciativas:
FÓRUM DA ENERGIA
-Estratégia Nacional para a Energia 2020
-Plano de Acção para a Eficiência Energética
-Plano de Acção para as Energias Renováveis
-Liberalização dos Mercados de Electricidade e Gás
Conferência CIDADES EFICIENTES
-Eficiência energética na concepção, construção e adaptação de edifícios
-Iluminação eficiente
-Mobilidade eléctrica
-Micro-produção
-Redes eléctricas inteligentes
Conferência ENERGIAS RENOVÁVEIS, ENERGIAS DO FUTURO
-Hídrica -Eólica -Solar -Biomassa -Biogás e Resíduos -Biocombustíveis
-Geotermia -Ondas -Hidrogénio
Conferência DA INDUSTRIA
-Auditorias energéticas -Requisitos legais -Gestão de energia -Soluções
Espaço TECNOLOGIA E INOVAÇÃO
-Empresas -Projectos -Tecnologias -Produtos -Serviços-Soluções Inovadoras

About Media Conferências
Grupo ABOUT Media
Tel: +351 21 880 61 36
Fax: +351 21 880 61 37
E-mail: conferencias@about.pt
www.ambienteonline.pt

terça-feira, 15 de junho de 2010

Biocombustiveis


Está tudo a postos. A Galp e a Petrobrás estão agora preparadas para avançar com o investimento de 357 milhões numa parceria para a produção e comercialização de biocombustíveis, depois do memorando de entendimento assinado em Maio de 2007. No entanto, para que a produção, já em curso no Brasil, avance em Portugal a partir de 2015, é preciso esclarecer a carga fiscal e os limites da procura nacional. Metas e condições essas que deverão ser conhecidas amanhã, no encontro entre o primeiro-ministro José Sócrates e o presidente do Brasil Lula da Silva.
«As empresas concluíram estudos económicos de implementação do projecto e estamos a depender dos apoios fiscais dos nossos países que vão completar a equação económica do projecto», disse o presidente da Petrobrás Biocombustíveis, Miguel Rossetto.
Já o presidente da Galp, Ferreira de Oliveira, adianta que as duas empresas, amanhã, vão assinar um memorando de cooperação para aprofundar ainda mais a parceria que já têm nos biocombustíveis.
De referir que o, para já, intitulado Projecto Belém prevê a produção de 260 mil toneladas de biodiesel de segunda geração (Biodiesel 2G). Metade do volume será produzida em Portugal e a outra metade em local a ser definido, com o objectivo de comercialização na Europa e com prioridade para o mercado ibérico.

Combustiveis

Combustíveis estão mais caros em Portugal
Gasóleo custa 1,199 euros e gasolina ronda os 1,420 euros
Abastecer o carro vai custar mais aos bolsos dos condutores, já que os preços dos combustíveis aumentaram no início desta semana.
O litro de gasóleo está ao mesmo nível na Galp, Repsol, Cepsa e BP, sendo que nesta última petrolífera o preço manteve-se inalterado, enquanto que nas outras três foi alvo de subidas.
A Galp aumentou os preços do litro de gasóleo e da gasolina em 1 cêntimo, para 1,199 euros e 1,419 euros, respectivamente, revelou fonte da petrolífera nacional à Agência Financeira.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Energias Renováveis

Sertã: Energias renováveis criam 100 mil empregos até 2020 - Governo

O secretário de Estado da Energia e Inovação garantiu hoje, na Sertã, que até 2020 serão criados cem mil postos de trabalho na área das energias renováveis.

O secretário de Estado da Energia e Inovação garantiu hoje, na Sertã, que até 2020 serão criados cem mil postos de trabalho na área das energias renováveis.

"Até 2020 pretendemos criar mais de uma centena de milhar de postos de trabalho nesta área, bem como diminuir os gastos e a nossa dependência energética", sublinhou.

José Carlos Zorrinho abordou as principais medidas que estão a ser desenvolvidas no âmbito desta "revolução limpa" e que vão abranger todo o território, pois "este modelo económico sustentável ganha com a coesão nacional".